Foto: Gabriela Biló / Estadão
Câmara dos Deputados 12 de julho de 2019 | 07:01

Sete partidos dão apoio integral à Previdência no primeiro turno

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A vitória folgada de 71 votos a mais do que o necessário para aprovar o texto-base da reforma da Previdência na noite de quarta-feira contou com a fidelidade de partidos que deram 100% de votos. O MDB (34); o DEM, do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (30); PTB (12); Cidadania (8); Novo (8); Patriota (5); e PHS (1 voto) votaram fechados a favor do texto. O PSL, do presidente Jair Bolsonaro, só não gabaritou os 53 votos porque um dos deputado General Girão (PSL-RN) estava licenciado com problemas cardíacos. O parlamentar passou por uma cirurgia recente no coração e ainda está se recuperando. O Podemos entregou 10 votos da bancada de 11 porque um dos deputados também estava ausente. O PSDB (28 votos), que fechou questão a favor da reforma, acabou tendo uma dissidência. Partidos do “Centrão” como PL (37 votos), PP (36 votos), PSD (34 votos) e PRB (29 votos) foram decisivos para a vitória, mais de 90% dos votos a favor da reforma. O PL só não gabaritou a favor da reforma por conta da defecção do deputado Tiririca, que votou contra. Na oposição, PT (54 votos), PSOL (10 votos), PCdoB (8 votos) e Rede (1 voto) votaram contra a reforma. Já o PSB e o PDT racharam. No PSB, 11 deputados votaram a favor da reforma (21 contra). No PDT, oito votos a favor (19 contra). O texto-base foi aprovado na noite de quarta-feira (10), por 379 votos a favor e 131 contra. Após a aprovação do texto-base, os deputados votaram o primeiro destaque (que mudava regra de aposentadoria de professores; leia mais abaixo), rejeitado pelos parlamentares. Em seguida a sessão foi encerrada. Na noite desta quinta-feira, eles analisam os outros destaques.

Estadão
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