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Éden Valadares votou nas eleições internas do PT estadual na companhia do filho 17 de setembro de 2019 | 14:02

Eden revê ideia de dividir comando do PT estadual e trava apoio de grupo de Valmir

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Na reta final dos acertos para a eleição da direção estadual do PT, uma exigência do candidato a presidente Eden Valadares está dificultando um acordo entre os segmentos que o apoiam e a corrente liderada pelo deputado federal Valmir Assunção para fechar a composição para o comando da sigla.

Depois de pregar, durante a campanha, que o PT poderia eleger dois candidatos em sistema de rodízio – pelo qual ele e um outro, representando outra corrente, se revezariam no comando da legenda com mandatos de dois anos, cada -, Eden reviu a proposta.

Agora, ele está sugerindo assumir a posição durante os quatro anos. Com isso, a corrente de Valmir Assunção, considerada fundamental para que o grupo de Eden assuma o controle da legenda, refluiu na decisão de apoiá-lo. O deputado federal defende o nome de Lucinha do PT para dividir o comando do partido.

Segundo comentários na legenda, Eden resolveu rever sua proposta depois de avaliar que é fundamental ao seu grupo, cujo líder maior é Jaques Wagner, coordenar a campanha de 2022, quando o senador deve buscar o apoio do PT para disputar o governo do Estado pela terceira vez.

Inicialmente, o grupo achava que era importante para Eden assumir a direção do PT logo de cara para mostrar que houve uma mudança no comando da sigla. A importância estratégica de estar no comando do partido por ocasião das decisões com relação à sucessão de 2022 falou mais alto.

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