Foto: Paula Fróes/GOVBA
Na foto, o governador Rui Costa e os secretários de Cultura e Turismo, Arany Santana e Fausto Franco 13 de fevereiro de 2020 | 08:02

Acusada de ‘terceirizar’ gestão, secretária opta por silêncio: ‘Não vamos nos manifestar’

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Após ser acusada de ter “terceirizado” a sua gestão na Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult), Arany Santana optou pelo silêncio ao ser procurada pelo site Política Livre nesta quarta-feira (12). “Não vamos nos manifestar”, resumiu a pasta, por meio da sua assessoria.

Um representante de um bloco que preferiu não se identificar revelou, a este Política Livre, que a secretária transfere as principais ações relacionadas ao grupo para a chefe de Gabinete, Cristiane Taquari.

A polêmica passagem na noite do último sábado (8) do pré-candidato do DEM a prefeito, Bruno Reis, pela sede do Ilê Ayê, um tradicional reduto esquerdista, onde foi vaiado, teria também aberto uma crise entre a entidade e o governo do Estado que colocou em posição de mais fragilidade a secretária Arany Santana.

Da diretoria do mais famoso e antigo bloco afro baiano, ela já vinha sendo alvo de ataques porque a secretaria teria imposto exigências tanto à entidade quanto ao Olodum para liberar o patrocínio do governo, o que abriu mais espaço para uma aproximação entre os blocos e a gestão de ACM Neto (DEM) e o seu pré-candidato à sucessão.

Hoje, chegaram informações a este Política Livre de que as pendência já estariam sendo solucionadas.

Mateus Soares
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