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Próximo presidente da Assembleia terá influência decisiva na formação da futura chapa à sucessão estadual 14 de outubro de 2020 | 12:09

Lugar na chapa da sucessão de Rui explicaria disputa entre PP e PSD por presidência da Assembleia

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Deputados descortinam um motivo a mais para o que chamam de insistência do PP em manter o controle da Assembleia Legislativa, contrariando posição do governador Rui Costa (PT) a favor da eleição de Adolfo Menezes (PSD) à sucessão do presidente Nelson Leal (PP).

Quem assumir o comando da Casa em fevereiro do próximo ano vai praticamente comandar, no Legislativo, o processo sucessório estadual em 2022. Com grandes chances de, inclusive, influir na formação e até se viabilizar como candidato a alguma posição na chapa.

Detalhe: tanto do lado do governo, que deve lançar Jaques Wagner à sucessão de Rui Costa (PT), quanto da oposição, onde o candidato tudo indica que será o hoje prefeito ACM Neto (DEM). A lembrança mais recente sobre o poder de influência do presidente da Assembleia quem deu foi o senador Angelo Coronel (PSD).

Antecessor de Leal, ele comandava a Assembleia, onde, com muita habilidade, esticou o que pode a corda contra o governo até conseguir se viabilizar como candidato ao Senado na chapa de Rui.

 

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