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Casos confirmados ocorreram em 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (25,22%) 20 de novembro de 2020 | 17:30

Bahia registra 1.870 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas; total de mortes é de 8.061

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Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 1.870 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,5%) e 1.702 recuperados (+0,5%). De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde (sesab), dos 382.164 casos confirmados desde o início da pandemia, 365.848 são considerados recuperados, 8.255 encontram-se ativos e 8.061 pessoas foram a óbito. A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e mortes relacionadas ao coronavírus está disponível no endereço eletrônico https://bi.saude.ba.gov.br/transparencia/.

Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.

Ainda segundo a Sesab, os casos confirmados ocorreram em 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (25,22%). As cidades com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram Ibirataia (9.077,85), Itabuna (6.783,98), Madre de Deus (6.774,76), Almadina (6.698,39), Aiquara (6.657,67).

O boletim epidemiológico contabiliza ainda 781.098 casos descartados e 94.688 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta sexta-feira (20).

Na Bahia, 30.577 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.

Óbitos

O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 23 óbitos que ocorreram em diversas datas. A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19. Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.

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