Luiz Eduardo Romano

Direito

Graduando em Direito pela Universidade Federal da Bahia - UFBA. Vice Presidente Institucional da Juventude Democratas da Bahia.

Enfim, 2020! Os primeiros desdobramentos da política e o que podemos esperar para a disputa eleitoral em Salvador.

Os idos de 2020 começaram muito animados na política baiana, com destaque para os rumos que a corrida eleitoral em direção à Prefeitura de Salvador tomou nos últimos dias, oportunidade que nos permite concluir de antemão que a disputa promete ser eletrizante.

Ainda no dia anterior à virada do ano, em pleno finalzinho de 2019, vimos o declínio de Guilherme Bellintani ao dizer não a uma especulada candidatura ao paço municipal soteropolitano, notícia que caiu como balde de água fria em alguns setores políticos e da sociedade civil.

Já na primeira segunda-feira do ano corrente, em 06 de janeiro, data em que a igreja católica celebra o Dia de Reis, o Prefeito ACM Neto, antes de sair para um pequeno período de férias, anunciou o vice-prefeito da primeira capital do Brasil como o seu candidato à sucessão.

Amigo e aliado por mais de vinte anos, Bruno Reis foi escolhido como o nome governista para o prélio municipal, recebendo o apoio de uma série de partidos e blocos, dentre eles aquele liderado por Geraldo Jr, Presidente da Câmara Municipal de Salvador e que também nutria o sonho de pleitear a chefia do executivo soteropolitano, mas declinou em prol do nome do atual Secretário de Obras do Município.

Em virtude da estruturação do celeiro governista gerido pelo grupo democrata, a população aguarda quais serão as outras opções a serem apresentadas como candidatos a prefeito (ou prefeita). Expoentes ligados ao Governo do Estado já colocaram os seus nomes na vitrine, a exemplo dos deputados federais Pastor Sargento Isidório e Bacelar.

Os deputados estaduais Niltinho e Olívia Santana, membros da base governista estadual, também já revelaram os seus respectivos interesses em ir para a corrida eleitoral, tendo ambos recebidos o aval de suas respectivas agremiações e chegam a expor uma possível composição.

Carregamos o pensamento de que o jogo eleitoral apenas está começando e algumas cartas foram colocadas em riste, porém entendemos que as definições ainda vão levar um certo tempo, razão pela qual cabe-nos acompanhar diuturnamente o desenrolar das articulações e posturas dos políticos e das legendas partidárias.

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