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Padrão de vida de Sandra Inês e do filho, que têm até Jaguar na garagem, recebe reprimenda de subprocuradora

Padrão de vida de Sandra Inês e do filho, que têm até Jaguar na garagem, recebe reprimenda de subprocuradora

Por Redação

08/04/2020 às 11:49

Atualizado em 08/04/2020 às 12:25

Foto: Gil Ferreira/Ag. CNJ

Subprocuradora chama a atenção para a incompatibilidade entre os ganhos e o padrão de vida de dois servidores públicos, como a desembargadora e o filho

Na denúncia contra a desembargadora Sandra Inês Rusciolelli, seu filho, Vasco Rusciolelli, um produtor rural e dois advogados por corrupção, organização criminosa e lavagem de dinheiro, a subprocuradora-geral da República Lindôra Maria Araújo diz que foi de forma fracionada e em espécie que a propina (divisas criminosas) ingressou no patrimônio da magistrada pelas "decisões vendidas", "sustentando seus elevados gastos" e os de seu filho, a quem classifica de operador financeiro da mãe.

Além da referência à luxuosa mansão de mãe e filho avaliada em R$ 4 milhões, localizada na Praia do Forte, a qual sofreu uma reforma de R$ 158,8 mil pagos em espécie e parceladamente, a denúncia diz que, "como se não bastasse", mãe e filho moram em dois apartamentos conjugados, de quatro quartos, no luxuoso Le Parc Residential Resort, avaliados, cada, na época, em R$ 950 mil, e possuem cinco carros na garagem, entre os quais um Jaguar, veículo de alto luxo e caríssimo.

Para a representante do Ministério Público Federal, trata-se de "lógica financeira que não pode ser sustentada por servidores públicos, ainda que bem remunerados, e sim financiada com dinheiro originário do esquema sob apuração".  Lindora Araújo diz também não ser crime acumular riquezas, mas chama a atenção para a incompatibilidade entre os ganhos dos denunciados e seu alto padrão de vida que, segundo rumores, era motivo de comentários no Tribunal de Justiça da Bahia.

"Por certo, não é crime ter bens de alto valor ou acumular riquezas numa economia capitalista, mas, in casu, em se tratando de funcionários públicos, a desembargadora, que recebe o valor bruto de R$ 35.462,22 (trinta e cinco mil, quatrocentos e sessenta e dois reais e vinte e dois centavos), e seu filho, Notário, cujo salário girava em torno de R$ 6.000,00 (seis mil reais), os bens em questão, venia concessa, exorbitam o patamar normal financeiro da posição social deles", registra na ação.

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