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Diretora geral do IPAC estaria por trás dos principais ataques a Bruno Monteiro, segundo petistas
Diretora geral do IPAC estaria por trás dos principais ataques a Bruno Monteiro, segundo petistas
Por Política Livre
10/11/2023 às 10:47
Atualizado em 10/11/2023 às 18:54
Foto: Divulgação/Arquivo

O PT já identificou a principal fonte de ataques, no governo, ao secretário estadual Bruno Monteiro, da Cultura. Seria Luciana Mandelli, diretora-geral do IPAC, cujo plano, segundo os próprios correligionários, seria destronar o secretário para assumir o seu lugar.
Dentre as ofensivas contra o secretário que atribuem a Mandelli está a divulgação recente de informações de que ele estaria de saída da secretaria, na esteira dos problemas que enfrenta com o setor cultural de maneira geral.
Segundo as mesmas fontes, as investidas teriam respaldo de um grupo 'da pesada' ligado à Cultura no Estado que circunda Mandelli, teria vinculações, inclusive, com Brasília e São Paulo, e deseja imensamente assumir mais poder no governo.
A maior parte do PT, no entanto, especialmente vereadores, considera temerária a possibilidade de Mandelli assumir o cargo.
Sem formação adequada, ela já foi pega comparando o valor de uma obra de um artista renomado a um rim, o que chocou produtores culturais, já que a venda de órgãos humanos no Brasil é considerada crime.
Também enfrenta problemas de relacionamento desde que chegou no IPAC, período em que determinou a demissão de colaboradores importante do governo até então por telefone, sem lhes dar a menor satisfação.
O que mais causa espanto no próprio PT, no entanto, é o fato de ter apoio no governo do presidente estadual da legenda, Éden Valadares, um indicado do senador Jaques Wagner, que, por sua vez, foi quem indicou Bruno.
