Veja como os baianos votaram no PL Antifacção
Por Política Livre
19/11/2025 às 07:48
Atualizado em 19/11/2025 às 13:41
Foto: Divulgação
A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (18) o texto-base do projeto de lei antifacção, apresentado originalmente pelo governo Lula (PT) e reformulado pelo relator Guilherme Derrite (PP-SP). A proposta recebeu 370 votos favoráveis, 110 contrários e 3 abstenções, ampliando penas e criando novos instrumentos de combate a organizações criminosas como PCC e Comando Vermelho.
O voto mais comentado foi o do deputado João Carlos Bacelar (PL-BA). Por integrar o PL, partido que faz oposição direta ao governo Lula e que defende o endurecimento penal, sua posição contrária ao projeto chamou atenção nos bastidores da Câmara.
Enquanto a bancada liberal e conservadora votou maciçamente a favor do endurecimento das leis, Jonga destoou da orientação política majoritária de seu partido e se alinhou aos votos do PT, PCdoB e PSB — siglas da base governista.
Entre os pontos do substitutivo aprovado estão: penas de 20 a 40 anos para crimes praticados por facções ultraviolentas, definição específica de práticas como novo cangaço e domínio territorial, obrigatoriedade de que chefes de facções cumpram pena em presídios federais de segurança máxima, monitoramento audiovisual de parlatórios em situações excepcionais, ampliação do confisco de bens e autorização de intervenção judicial em empresas usadas pelo crime organizado.
Na bancada baiana, 12 deputados votaram contra o projeto:
Alice Portugal (PCdoB),
Bacelar (PV),
Daniel Almeida (PCdoB),
Ivoneide Caetano (PT),
João Carlos Bacelar (PL),
Jorge Solla (PT),
Joseildo Ramos (PT),
Josias Gomes (PT),
Lídice da Mata (PSB),
Mario Negromonte Júnior (PP),
Waldenor Pereira (PT)
e Zé Neto (PT).
2 Comentários
Reginaldo Cavalcante Matos
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21/11/2025
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04:19
antonio roberto sena costa
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19/11/2025
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06:31
