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Soldado Prisco reage às prisões por ataque a turistas em Prado e defende rigor nas investigações
Soldado Prisco reage às prisões por ataque a turistas em Prado e defende rigor nas investigações
Por Redação
25/02/2026 às 12:21
Foto: Divulgação
O ex-deputado e policial militar Soldado Prisco (PL) emitiu nesta quarta-feira (25) um posicionamento após as prisões de suspeitos de terem atirado contra duas turistas no município de Prado, no extremo sul da Bahia. O caso, que mobilizou uma ação integrada das forças de segurança, resultou na detenção de suspeitos e na apreensão de armas de fogo em área marcada por conflitos fundiários.
O ataque ocorreu na terça-feira (24) quando as duas mulheres, de 55 e 57 anos, foram atingidas por disparos enquanto seguiam de carro por uma estrada vicinal em uma área de disputa de terras entre produtores rurais e comunidades tradicionais. Elas foram socorridas e estão fora de risco de morte, segundo as autoridades.
Em reação à investigação e às prisões, Prisco defendeu que a apuração seja rigorosa e que a punição dos responsáveis seja exemplar. O ex-parlamentar destacou que episódios dessa natureza abalam a segurança pública e a imagem da Bahia como destino turístico.
“Não podemos tolerar que turistas sejam alvo de tiros enquanto visitam nossa terra. É obrigação das forças de segurança dar respostas rápidas e eficientes. A prisão dos suspeitos é um passo importante, mas é fundamental que a investigação chegue até o fim, com responsabilização penal dos envolvidos”, afirmou Prisco.
O posicionamento do ex-deputado também ressaltou a importância de que as prisões sejam ferramentas de proteção da população e não apenas ações pontuais. Prisco alertou para “a necessidade de reforçar o policiamento em áreas de conflito territorial e garantir que casos como estes não se repitam”, defendendo que as autoridades mantenham foco na investigação dos motivos que levaram ao ataque.
A operação que resultou nas detenções foi conduzida pela Força Integrada de Combate a Crimes Envolvendo Povos e Comunidades Tradicionais, que envolve Polícia Federal, Polícia Militar, Polícia Civil, Departamento de Polícia Técnica e Corpo de Bombeiros. Entre os materiais apreendidos estavam espingardas e revólveres enterrados próximos ao local do ataque.
Representantes das polícias envolvidas declararam que os 12 suspeitos detidos serão interrogados e que elementos como telefones celulares e armamentos poderão contribuir para esclarecer o papel de cada um no ataque.
