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Nos próximos 15 dias submeteremos ao CNPE aumento do etanol na gasolina, diz Silveira
Nos próximos 15 dias submeteremos ao CNPE aumento do etanol na gasolina, diz Silveira
Por Renan Monteiro e Gabriel Hirabahasi, Folhapress
09/06/2026 às 16:41
Atualizado em 09/06/2026 às 15:49
Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil/Folhapress
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, declarou nesta terça-feira, 9, que a proposta de aumento da mistura do etanol na gasolina, de 30% para 32%, será submetida ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) dentro de 15 dias. Ele reforçou que o governo está buscando minimizar o impacto da guerra no Brasil e ressaltou que a proposta é sobre gasolina. O aumento da mistura de biodiesel no diesel ainda depende de estudos para avançar.
A proposta de elevação da mistura do etanol terá caráter excepcional e temporário, com vigência inicial de 180 dias, prorrogáveis por igual período, conforme deliberação do CNPE.
A reunião para tomada de decisão ainda não tem data. A justificativa é o contexto de guerra no Irã, com a consequente volatilidade nos preços do petróleo e riscos à segurança do abastecimento global de combustíveis.
Em nota técnica, foi considerando o diferencial de custos entre etanol e gasolina. Ou seja, o biocombustível ficou com preço mais competitivo e, nesse caso, a medida tende a reduzir o custo médio da gasolina C ao consumidor, com potencial efeito desinflacionário.
Previamente, o Ministério de Minas e Energia (MME) já havia conduzido um programa de testes junto ao Instituto Mauá de Tecnologia (IMT). Os ensaios em veículos leves e motocicletas representativos da frota nacional demonstraram que não há impactos relevantes no desempenho, na dirigibilidade, nas emissões ou no consumo de combustível, com plena capacidade de adaptação dos sistemas veiculares ao teor de etanol em até 32%.
A proposta de elevação da mistura do etanol terá caráter excepcional e temporário, com vigência inicial de 180 dias, prorrogáveis por igual período, conforme deliberação do CNPE.
A reunião para tomada de decisão ainda não tem data. A justificativa é o contexto de guerra no Irã, com a consequente volatilidade nos preços do petróleo e riscos à segurança do abastecimento global de combustíveis.
Em nota técnica, foi considerando o diferencial de custos entre etanol e gasolina. Ou seja, o biocombustível ficou com preço mais competitivo e, nesse caso, a medida tende a reduzir o custo médio da gasolina C ao consumidor, com potencial efeito desinflacionário.
Previamente, o Ministério de Minas e Energia (MME) já havia conduzido um programa de testes junto ao Instituto Mauá de Tecnologia (IMT). Os ensaios em veículos leves e motocicletas representativos da frota nacional demonstraram que não há impactos relevantes no desempenho, na dirigibilidade, nas emissões ou no consumo de combustível, com plena capacidade de adaptação dos sistemas veiculares ao teor de etanol em até 32%.
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